A história recontada
Sem histórico compartilhado, cada balcão começa do zero.
Acolhimento e prontuário no mesmo lugar: quem atende amanhã lê o que aconteceu ontem.
A família atendida no CRAS na semana passada chega ao CREAS hoje e recomeça do zero. O SigSocial guarda o histórico: um cadastro, uma história, a rede inteira enxergando.
Sem histórico compartilhado, cada balcão começa do zero.
Acolhimento e prontuário no mesmo lugar: quem atende amanhã lê o que aconteceu ontem.
O que o sistema não guarda, a equipe guarda no Excel — e o Excel morre no computador de quem saiu de férias.
Um registro só, do atendimento ao relatório.
RMA montado somando planilhas que ninguém confere.
RMA e RAF saem do que já foi registrado, sem ninguém digitar a mesma informação duas vezes.
A recepção registra pessoa, demanda e encaminhamento num assistente guiado. A autorização LGPD é obrigatória antes de salvar — não é caixinha opcional no rodapé.
Onze abas: grupo familiar, moradia, renda, saúde, acompanhamentos. O cadastro permanente da pessoa e de quem vive com ela.
RMA e RAF-Bahia gerados do que já está registrado, sem ninguém digitar a mesma informação duas vezes.
Agendamento, carteira CIPTEA e FIBRO, consulta de benefício. Menos fila no balcão é menos falta no trabalho e menos passagem de ônibus gasta por quem tem menos.
Registrada antes de salvar, não como caixa marcada no rodapé.
O sistema registra quem fez o quê. Conta compartilhada apaga a rastreabilidade onde ela mais importa.
Períodos abertos e fechados ficam visíveis na própria tela.
Integra com os outros sistemas da prefeitura sem ninguém mexer no banco direto.